quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Florianópolis Verão 2015 - Diário de Viagem.


Eu gosto muito de viajar, curtir todas as suas fases e preparações, o tempo que você passa aguardando, planejando, juntando o dinheiro. Gosto muito de entrar no avião ou no carro, sabendo que poderá ter novas experiências, conhecer pessoas, culturas diferentes.

Há um ano atrás minha viagem para a praia era apenas uma ideia, um sonho meio que distante. Porém a seis meses atrás a viagem de ideia, se tornou um plano, eu viajaria com mais três amigos dos quais eu gosto muito. Compramos passagens, e reservamos o hotel, o destino era Florianópolis em Santa Catarina, a principio eu fiquei um pouco chateado porque preferia ir para o nordeste.

Eu tentava nesse meio tempo esquecer dessa viagem, evitava contar para muitas pessoas, tinha medo de criar expectativas e tudo dar errado.

Chegou o dia tão esperado, e eu fui com o coração aberto, com a cara de pau, e com muita vontade de conhecer o máximo que eu poderia.Já no avião, vi que a sorte estava comigo, fiz amizade com uma garota muito legal que sentou do meu lado.

Chegando lá, o tempo estava nublado, mas não seria isso que tiraria nossa animação, logo estava eu bêbado correndo na chuva, e o que aconteceu no hotel, foi tão engraçado nesse dia, que nem contar eu posso.

Não vou me estender muito aqui, porque por mais que se eu fosse um ótimo escritor e tivesse uma baita memória, não conseguiria passar tudo que eu vivi e senti nesses 7 dias, ficou muita coisa pra trás, e muita saudade de situações que eu sei que podem nunca mais acontecer.

Mas resumindo, como esquecer da corrida na chuva, do banho, de cantar na pizzaria, das praias no dia nublado, de  quase não entrar na boate porque estava de bermuda, da Fields, da gata da Fields, do sofá do segundo andar da boate, da Sandra Fields, do amanhecer na praia, do café da manhã as 7:00 em ponto, das velhinhas que estariam livre após o carnaval, do volta pro mar oferenda, da Thayse, de ostentar em Jurerê, de correr na BR atrás do boné que caiu, do shopping descalço, do BARRACÃO, do bagulho, da praia depois de tudo, da Creamfields, da argentina, da outra velhinha, de todas as pessoas que conversei lá, da música Rude tocada mil vezes no carro, enfim, foi inesquecível.

Muito obrigado Deus por ter vivido esses intensos 7 dias e por ter me dado a oportunidade de ter aproveitado ao máximo, cada situação.


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