segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

O que pode mudar a sua vida ?

Se você acha que sua vida está estagnada, precisando de algo novo, está no post certo !

Já foram feitos mais de mil textos com esse tema, então se eu escrever mais um, não tem problema, até porquê, várias frases podem ser ditas de um jeito diferente, e algum deles é o que vai te tocar.

Esperar cair do céu, uma viagem, um amigo, algo que faça alterar a sua rotina não é a melhor alternativa a se escolher.

Tá cansado da sua academia ? Mude. Mesmo que precise dirigir por mais cinco minutos, ou andar mais alguns quarteirões. Essa é uma ótima oportunidade de conhecer mais pessoas e um lugar diferente.

Só não adianta mudar de academia, e continuar cabisbaixo, tímida e com pouca interação social. E isso vale para tudo que você estiver cansado. Se não quiser mudar de academia, então mude apenas a sua feição, dê oi para pelo menos 10 pessoas desconhecidas por dia, se uma for simpática com você, isso já faz uma diferença enorme.

Eu falei de academia, mas poderia usar outros exemplos, como trabalho, escola, faculdade, curso. O que importa é não deixar a cinética da sua vida resumida ao que irá acontecer, mas sim, ao que irá fazer para as coisas acontecerem.

Todos pequenos detalhes podem influenciar na direção e no impulso que você quer seguir, a velocidade das coisas pode ser muito maior se você se tornar o piloto.

Viva, mais viva com abundância, uma pessoa, um filme, uma frase, um livro, um beijo, tudo isso pode mudar a sua vida.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Conto: No busão, é só emoção.

Era sexta feira, feriado local na cidade de Karla, uma garota esperta e bagunçeira. Parecia haver um sol para cada habitante, apesar da população não ser muito grande, na verdade era muito pequena. 

Karla  morava ao lado da praça e perto da rodoviária, os dois únicos lugares da cidade que ainda tinha algum movimento.

Aproveitando que não precisaria trabalhar, nossa protagonista decidiu que iria a cidade vizinha, para ver sua amiga que mora lá, e dar uma passada na lanchonete WFrango. Essa lanchonete era considerada o ponto de encontro da juventude de lá, e a paquera rolava em demasia.

Chegando na rodoviária, ela se viu com dinheiro insuficiente para pagar a passagem, que teria aumentado muito em função do feriado, e ainda poder curtir na WFrango. Tentou pechinchar com a moça do balcão, mas não deu certo, porém a moça informou que havia um ônibus clandestino que fazia outra rota, porém o destino final, era a cidade que Karla queria chegar.

Já no fim da cidade, perto da mina de carvão, Karla avistou o tal ônibus, e realmente, era a metade do preço. Comprou o bilhete com a sr. Roséola, que era mulher do motorista. Um pouco assutada com a aparência de Roséola, Karla tratou de colocar seus fones no ouvido e esperar para poder entrar.

Roséola, era uma mulher muito velha, as vezes dava impressão que estava morta, e só respondia o necessário. 

Ao entrar no busão e ver o motorista, um anão que não tirava o sorriso do rosto, Karla tentou voltar e sair, porém Roséola aparece em frente a porta dizendo que seria muito perigoso ela sair naquela hora.

Se estava assustada, agora Karla já estava era apavorada... Sentou-se em seu lugar, respirou fundo, e quando olhou pro lado, tinha um menino de capuz.

CONTINUA.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Um sentimento chamado Apego.


Pra falar a verdade, nem sei se apego é um sentimento, mas se não for, não tem problema. Tô a dias querendo escrever algo no blog, e por incrível que pareça não escrevi porque tinha muita coisa na minha cabeça ao mesmo tempo, tava difícil de escolher um tema.

Porém domingo, tive um daqueles raros dias em que você para pra pensar nas coisas que deu errado no momento.Veio muito forte na minha cabeça como a gente lida com o apego. Na verdade, como eu lido com o apego.

Li uma frase no instagram, não lembro de quem. Ela serve pra ilustrar esse post: O preço dos momentos inesquecíveis é a saudade.

A questão é que apegamos a coisas, pessoas, e nem sempre esse sentimento vem acompanhado de amor, paixão, etc... Apegamos porque sei lá, acostumamos, fazemos daquilo uma parte nossa mesmo que involuntariamente.

Quem é que não tem uma camiseta que velha, que nem é de marca, mas é a nossa preferida. Um amigo que gostaria que estivesse presente em todos os momentos. Ou até mesmo um lugar preferido, um local que você sempre gosta de estar lá, mesmo que não tenha muitas atrações.

O que acontece, é que o tempo é imperdoável, o mundo gira, e gira muito. A camiseta rasga, o amigo muda de cidade, e o seu lugar preferido acaba dando lugar a uma nova imobiliária.

E agora ? Como exercitar o desapego ? Acontece que com a camiseta adotaremos outra. Sempre abre novos lugares. Porém um amigo de verdade é raro e insubstituível.