terça-feira, 18 de agosto de 2015

20 Dias até o Villamix - Dia 2: A Revolução

Ontem a balança da academia me deu incríveis 78 kg, e eu lembrando que reclamei muito quando cheguei no 74...

É hora de uma revolução, inclusive essa será a minha meta, quero estar com esse peso no dia do festival. Mas para isso é preciso muita dedicação e esforço.

Ontem os efeitos da ressaca ainda eram visíveis no meu corpo, lento e pesado. Consegui correr apenas 3,3 km na esteira, e pular uma série de exercícios.No final o cheiro do churrasquinho que fica lá de frente me seduziu, nunca mais estaciono lá perto.

Agora, como comecei muito mal, terei que intensificar nesses outros dias ainda mais para conseguir meu resultado.

Pelo menos hoje estou mais leve, e mais empolgado, já trouxe minha mochila pro escritório, e na hora do almoço vou direto pra academia...

Até amanhã

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

20 Dias até o Villamix - Dia 1: O Começo

Como faltam 20 dias até o festival Villamix, vou fazer um mini-diário de como será a preparação até lá. Pretendo ir na academia, ou pelo menos fazer alguma atividade física todos os dias, pra poder entrar em "forma".

Até agora no ano, falhei miseravelmente na tentativa de emagrecer e reduzir a quantidade de bebida alcoólica e comidas gordurosas, as famosas besteiras. Tenho a ideia de que não vou conseguir fazer milagre em 20 dias.

Mas sei que essas quase 3 semanas podem fazer diferença, se, eu parar de beber, fazer uma dietinha controlada e suar a camisa. 

A melhora na auto estima é o meu desafio. 

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Aprendendo a ganhar

Quando eu tinha por volta de cinco anos de idade, tinha uma competição na escola de ditado. Quem acertasse mais palavras, ganhava um prêmio na frente da escola inteira. Tá que a premiação era apenas um quebra-cabeça sem graça...

Tive o feito de ganhar a primeira, fiquei orgulhoso, mas no outro mês, ainda não lembro o porquê, mandei mal demais e fiquei fora. Pela primeira vez, senti a sensação de perda e vazio...

Já na oitava série, hoje chamada de nono ano, tentei concorrer a duas eleições na minha sala de aula, uma foi pra representante de sala, e outra pra comissão de formatura, acabei perdendo as duas, e olha que eu ja tinha 9 anos de colégio.

No ano seguinte fui para outro colégio, e novamente tentei concorrer a representante de sala, e acabei tendo mais votos que a menina mais linda da sala.

O sentimento de ganhar ou perder, nos testa o tempo inteiro... cabe a nós nos esforçarmos para mirar a vitória, e aprender quando perder... e também aprender, principalmente quando ganhar.

terça-feira, 16 de junho de 2015

12 meses em 6

Final do ano passado, passei um tempo refletindo o que queria para esse ano de 2015. Acabei fazendo uma lista das coisas que eu sonhava e queria.

Agora estamos em junho, quase na metade do ano, faltam apenas duas semanas para chegar ao meio certinho do ano.

Fazer um monte de promessas não é difícil, muitos fazem. Alguns preferem não prometer nem planejar nada, é o caso do meu primo. Ele sempre diz que não gosta de planejar nada. Eu o entendo, ele tem medo... medo de se frustrar, e por isso acaba fugindo de fazer algum plano mais longo.

Outro dia eu falo mais dos medos... hoje quero focar nessa metade de ano vivida até aqui.

Relendo o texto que fiz no final de 2014, eu já cumpri quase todas as metas, faltando apenas ajustar algumas dela, só ficou uma difícil pela frente, mas fazendo esses ajustes, creio que posso conseguir essa meta que falta, por mais que seja extenuante.

Era pra eu estar feliz, pois consegui fazer a maioria das coisas que eu queria e ainda faltam 6 meses para esse ano acabar, mas o sentimento infelizmente não é esse.

Na verdade, feliz estou por ter conseguido, mas estou preocupado, pois tenho mais metade do ano pela frente, e não posso continuar querendo as mesmas coisas...

Preciso buscar forças e inspirações para buscar metas e sonhos pros próximos tempos.

O sentimento de querer o novo, e obter mudanças é forte.




segunda-feira, 25 de maio de 2015

A vida na internet

Tenho 21 anos, quase 22. Ganhei meu primeiro computador cedo, pelo menos na época era raro um menino de 6/7 anos já ter o seu próprio PC. Era um modelo bem básico, mas pra mim era o paraíso.

No começo eu gostava de desenhar no Paint, mesmo nunca tendo gostado de desenhar. Novidades como aprender a trocar o papel de parede ou reproduzir uma música no CD Player eram o bastante pra me deixar entretido por dias...

Logo o técnico colocou internet lá em casa, internet discada... Games online, dicas de games e games para baixar, ou seja, a internet pra mim servia para... jogar. Até que meus primos chegaram falando dos chats e bate papos que tinham nesse universo online.

Viciei, com os nicks de g@tinho_manhoso ou surfist@, passava horas conversando ali. Eu gostava de entrar nas salas de idade, e bater um papo com garotas mais ou menos da minha faixa etária. O maior prazer disso era simplesmente o conversar, conhecer novas pessoas mesmo sabendo que muito difícil elas seriam da sua cidade ou até mesmo próximas de você.

Era como ler um livro, você ia se apegando aos personagens mesmo não tendo uma figura deles, ia os imaginando apenas pela história que era contada.

Já na época da banda larga, conheci o MSN Messenger, então usava os bate papos para pegar o email das pessoas para conversar mais a vontade no msn, e poder dar sequencia as conversas, porque era muito difícil encontrar a mesma pessoa no outro dia em um dos chats devido ao enorme número de salas disponíveis.

Mesmo assim, no MSN o prazer de conversar simplesmente pelo prazer de conhecer outras pessoas foi mantido, e recursos como ver a foto da pessoa e até mesmo por vídeo através de webcams deixaram essa experiencia ainda melhor.

Logo redes sociais como Flogão e Orkut cresciam juntamente com o número de computadores nas residências e também o número de lan houses e isso possibilitou a ter também pessoas conhecidas nas interações.

O Flogão e seus derivados, sempre achei muito vazio... mas o Orkut era um oceano, como era bom conhecer o "perfil" da pessoa através de suas comunidades, dos depoimentos que ela recebia e das suas fotos.

CONTINUA...

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Crescendo...

Lembro de quando tinha por volta de 8 anos de idade, eu pensava que o máximo era ser adolescente. Namorar deveria ser a melhor coisa do mundo e tudo que eu não sabia fazer muito bem, eu conseguiria ficar bom de uma hora pra outra, como jogar futebol.

Com 10 anos de idade, vivi o que eu chamo de a crise da pré-adolescência, dos 10 aos 13 mais especificamente. Com essa idade eu já não podia mais brincar de herói, aposentei todos meus brinquedos e comecei a estudar de manhã, como não tinha tv a cabo, só poderia ver meus desenhos aos sábados. Sorte a minha que eu já tinha computador e video game nessa época, e com isso pude ainda viver um pouco ainda da infância.

Nessa crise, quando você não é nem adolescente, nem criança, ainda consegui o feito de engordar, realmente, essa é a pior fase da vida.

Enfim a tão sonhada adolescência chega a partir dos 14, e sim, ela era tão legal quanto eu pensava, porém, com alguns poréns, aliás, sempre existe um porém né...

Com mais liberdade, você conhece mais as coisas que te cercam, se aprofundando mais nas amizades, iniciando namoros, descobrindo o incrível mundo que á vida noturna na cidade, além do primeiro porre.

Já aos 21, vejo que apesar de ter vivido muito, ainda há muitas coisas pra viver, e o mundo muda, o tempo todo.

quarta-feira, 25 de março de 2015

O Resgate da auto estima

Não sei se esse é o momento certo de escrever esse texto. Se não for, vão ter outros mais para frentes que poderão o complementar.

Em quase três meses desse ano de 2015, resolvi ler as "promessas" de final de ano, esse foi um texto que eu li, para me lembrar de como eu pensava no finalzinho de 2014 e o que queria fazer nesse ano.

E a minha surpresa foi que, ou eu tava com pouco otimismo, ou eu dei muita sorte, o que acontece é que a maioria das coisas que eu queria fazer, eu fiz, ou estou muito próximo.

Destaco entre elas, a viagem para Florianópolis, que foi muito além das minhas expectativas. Minha força de vontade para ficar indo em médico, dentista.

E o melhor é que está dando certo, numa jogada de sorte ou destino, li um livro, que tá me servindo de base, era tudo que eu precisava ler, quem sabe há uns anos atrás, mas que caiu como uma luva.

Pouco a pouco, a auto estima vai aumentando, e com isso os desafios também.

Equilíbrio da vida

Tem uma frase muito legal, que fala assim: "A vantagem de estar no fundo do poço,é que a única alternativa é começar a subir".

E o que isso tem a ver com a minha vida hoje ? Nada. Não tô no fundo do poço, aliás bem longe disso, mas após passar um mês com muitas coisas dando certo, aliás, um começo de ano com muitas glórias, passo por um momento de turbulência.

É hora de segurar a barra, e não esquecer, de tudo que aconteceu, de tudo de bom que veio, e que nenhum problema dura para sempre. Como manter a animação ? Difícil...

Mas esse é o preço que se paga quando sua vida melhora, uma hora ou outra alguma coisa irá dar errado, é o equilíbrio do da vida, Temos que estar preparados para os momentos bons e ruins, até porquê os bons por mais longos que sejam, passam rápido, e os ruins, por mais que sejam alguns dias, parece que nunca irão passar.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

O que pode mudar a sua vida ?

Se você acha que sua vida está estagnada, precisando de algo novo, está no post certo !

Já foram feitos mais de mil textos com esse tema, então se eu escrever mais um, não tem problema, até porquê, várias frases podem ser ditas de um jeito diferente, e algum deles é o que vai te tocar.

Esperar cair do céu, uma viagem, um amigo, algo que faça alterar a sua rotina não é a melhor alternativa a se escolher.

Tá cansado da sua academia ? Mude. Mesmo que precise dirigir por mais cinco minutos, ou andar mais alguns quarteirões. Essa é uma ótima oportunidade de conhecer mais pessoas e um lugar diferente.

Só não adianta mudar de academia, e continuar cabisbaixo, tímida e com pouca interação social. E isso vale para tudo que você estiver cansado. Se não quiser mudar de academia, então mude apenas a sua feição, dê oi para pelo menos 10 pessoas desconhecidas por dia, se uma for simpática com você, isso já faz uma diferença enorme.

Eu falei de academia, mas poderia usar outros exemplos, como trabalho, escola, faculdade, curso. O que importa é não deixar a cinética da sua vida resumida ao que irá acontecer, mas sim, ao que irá fazer para as coisas acontecerem.

Todos pequenos detalhes podem influenciar na direção e no impulso que você quer seguir, a velocidade das coisas pode ser muito maior se você se tornar o piloto.

Viva, mais viva com abundância, uma pessoa, um filme, uma frase, um livro, um beijo, tudo isso pode mudar a sua vida.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Conto: No busão, é só emoção.

Era sexta feira, feriado local na cidade de Karla, uma garota esperta e bagunçeira. Parecia haver um sol para cada habitante, apesar da população não ser muito grande, na verdade era muito pequena. 

Karla  morava ao lado da praça e perto da rodoviária, os dois únicos lugares da cidade que ainda tinha algum movimento.

Aproveitando que não precisaria trabalhar, nossa protagonista decidiu que iria a cidade vizinha, para ver sua amiga que mora lá, e dar uma passada na lanchonete WFrango. Essa lanchonete era considerada o ponto de encontro da juventude de lá, e a paquera rolava em demasia.

Chegando na rodoviária, ela se viu com dinheiro insuficiente para pagar a passagem, que teria aumentado muito em função do feriado, e ainda poder curtir na WFrango. Tentou pechinchar com a moça do balcão, mas não deu certo, porém a moça informou que havia um ônibus clandestino que fazia outra rota, porém o destino final, era a cidade que Karla queria chegar.

Já no fim da cidade, perto da mina de carvão, Karla avistou o tal ônibus, e realmente, era a metade do preço. Comprou o bilhete com a sr. Roséola, que era mulher do motorista. Um pouco assutada com a aparência de Roséola, Karla tratou de colocar seus fones no ouvido e esperar para poder entrar.

Roséola, era uma mulher muito velha, as vezes dava impressão que estava morta, e só respondia o necessário. 

Ao entrar no busão e ver o motorista, um anão que não tirava o sorriso do rosto, Karla tentou voltar e sair, porém Roséola aparece em frente a porta dizendo que seria muito perigoso ela sair naquela hora.

Se estava assustada, agora Karla já estava era apavorada... Sentou-se em seu lugar, respirou fundo, e quando olhou pro lado, tinha um menino de capuz.

CONTINUA.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Um sentimento chamado Apego.


Pra falar a verdade, nem sei se apego é um sentimento, mas se não for, não tem problema. Tô a dias querendo escrever algo no blog, e por incrível que pareça não escrevi porque tinha muita coisa na minha cabeça ao mesmo tempo, tava difícil de escolher um tema.

Porém domingo, tive um daqueles raros dias em que você para pra pensar nas coisas que deu errado no momento.Veio muito forte na minha cabeça como a gente lida com o apego. Na verdade, como eu lido com o apego.

Li uma frase no instagram, não lembro de quem. Ela serve pra ilustrar esse post: O preço dos momentos inesquecíveis é a saudade.

A questão é que apegamos a coisas, pessoas, e nem sempre esse sentimento vem acompanhado de amor, paixão, etc... Apegamos porque sei lá, acostumamos, fazemos daquilo uma parte nossa mesmo que involuntariamente.

Quem é que não tem uma camiseta que velha, que nem é de marca, mas é a nossa preferida. Um amigo que gostaria que estivesse presente em todos os momentos. Ou até mesmo um lugar preferido, um local que você sempre gosta de estar lá, mesmo que não tenha muitas atrações.

O que acontece, é que o tempo é imperdoável, o mundo gira, e gira muito. A camiseta rasga, o amigo muda de cidade, e o seu lugar preferido acaba dando lugar a uma nova imobiliária.

E agora ? Como exercitar o desapego ? Acontece que com a camiseta adotaremos outra. Sempre abre novos lugares. Porém um amigo de verdade é raro e insubstituível.



quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Florianópolis Verão 2015 - Diário de Viagem.


Eu gosto muito de viajar, curtir todas as suas fases e preparações, o tempo que você passa aguardando, planejando, juntando o dinheiro. Gosto muito de entrar no avião ou no carro, sabendo que poderá ter novas experiências, conhecer pessoas, culturas diferentes.

Há um ano atrás minha viagem para a praia era apenas uma ideia, um sonho meio que distante. Porém a seis meses atrás a viagem de ideia, se tornou um plano, eu viajaria com mais três amigos dos quais eu gosto muito. Compramos passagens, e reservamos o hotel, o destino era Florianópolis em Santa Catarina, a principio eu fiquei um pouco chateado porque preferia ir para o nordeste.

Eu tentava nesse meio tempo esquecer dessa viagem, evitava contar para muitas pessoas, tinha medo de criar expectativas e tudo dar errado.

Chegou o dia tão esperado, e eu fui com o coração aberto, com a cara de pau, e com muita vontade de conhecer o máximo que eu poderia.Já no avião, vi que a sorte estava comigo, fiz amizade com uma garota muito legal que sentou do meu lado.

Chegando lá, o tempo estava nublado, mas não seria isso que tiraria nossa animação, logo estava eu bêbado correndo na chuva, e o que aconteceu no hotel, foi tão engraçado nesse dia, que nem contar eu posso.

Não vou me estender muito aqui, porque por mais que se eu fosse um ótimo escritor e tivesse uma baita memória, não conseguiria passar tudo que eu vivi e senti nesses 7 dias, ficou muita coisa pra trás, e muita saudade de situações que eu sei que podem nunca mais acontecer.

Mas resumindo, como esquecer da corrida na chuva, do banho, de cantar na pizzaria, das praias no dia nublado, de  quase não entrar na boate porque estava de bermuda, da Fields, da gata da Fields, do sofá do segundo andar da boate, da Sandra Fields, do amanhecer na praia, do café da manhã as 7:00 em ponto, das velhinhas que estariam livre após o carnaval, do volta pro mar oferenda, da Thayse, de ostentar em Jurerê, de correr na BR atrás do boné que caiu, do shopping descalço, do BARRACÃO, do bagulho, da praia depois de tudo, da Creamfields, da argentina, da outra velhinha, de todas as pessoas que conversei lá, da música Rude tocada mil vezes no carro, enfim, foi inesquecível.

Muito obrigado Deus por ter vivido esses intensos 7 dias e por ter me dado a oportunidade de ter aproveitado ao máximo, cada situação.


domingo, 11 de janeiro de 2015

Sonho de Verão - O primeiro ou o último ? #2




É tão engraçado pensar que na nossa vida, passam tantas pessoas, mas podemos contar quem são as que realmente nos toca. Só de sentir os lábios de Clara encostado nos meus, eu já percebi que ficaria na minha memória.Sem contar o cenário incrível que era a praia naquele momento.

Mas como tudo que é bom dura pouco, fui interrompido por meu amigo dizendo que deveríamos ir embora porque já estava tarde e seria perigoso ir embora de metrô se anoitecesse.

Despedi de Clarinha, só que de tão feliz que eu estava,  fiquei meio anestesiado e dei a bobeira  não pegar o seu contato, e ela também não pegou o meu.

Ainda faltava uma semana para as férias acabar e só uma coincidência muito grande para eu encontrá-la, pois cartões postais na cidade não faltavam e ela mesmo havia dito que não voltaria naquela praia mais.

No hostel que estávamos hospedados no centro da cidade, eu e o meu amigo tomamos um banho e fomos comer algo, nesse intervalo pude contar a história, só que ele não levou muito a sério, falou que ainda tinha uma semana muita coisa iria acontecer e dava pra ficar com várias garotas.

Já na cama, comecei a escutar músicas no celular, coloquei o fone de ouvido para não incomodar as outras pessoas do quarto... Eu sabia que não conseguiria pegar no sono rápido, ficava imaginando algum lugar que poderia dar a sorte de encontrar Clara, e nos piores pensamentos, imaginava que nunca mais poderia a ver.

Continua...



domingo, 4 de janeiro de 2015

A falta de pessoas legais

Confesso que sou uma pessoa que vira e mexe tá com saudade das coisas do passado, até hoje não superei o fim do orkut, até hoje não superei o fim do MSN.Só que na época, eu vivia reclamando dos dois, as conexões instáveis, o MSN cair bem na hora que você tava falando com aquela pessoa legal.

Aquela pessoa legal... na verdade, acho que não tenho saudade do sistema, mas sim das pessoas legais, cadê aquelas pessoas legais que gostavam de conversar atoa ? Se hoje eu jogo aquela clássica pergunta, De que tipo de música você gosta ? É capaz de  a pessoa não responder ou soltar uma resposta vazia.

Lembro que quando gostava de uma menina, passava meses conversando, conversando... para soltar um eu te adoro na hora em que ela estava saindo, e se ela respondesse que também, aquilo já era tudo.
Isso é só um exemplo no mundo virtual, poderia passar o texto inteiro, citando outros, estendendo isso para o mundo não virtual, detesto quando separam a internet do mundo real, sinto falta daquelas pessoas que gostam de andar sem medo do que vão encontrar, sinto falta de pessoas que não usam outras pessoas como parâmetro.

Na verdade sei que eu também não estou tão legal assim, ás vezes é por falta de companhia, mas eu posso melhorar... Que tal usar essa vida para poder sorrir o máximo possível ? Para poder conversar o máximo possível ? Para poder provar que um dia tem muito mais do que vinte e quatro horas.Até porquê acho que não teremos outra vida pra isso, pelo menos não me lembro das outras, e fazer e não lembrar não é lá muito interessante.


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Sonho de Verão - Piloto #1

rotas, cariocas, arpoador, por do sol, visual, praia, inn, rio de janeiro, ipanema

Já era quase 4 horas da tarde, a praia tava meio vazia, eu já tinha tomado algumas cervejas, mas ainda não estava no "grau".Dos meus amigos, alguns estavam dormindo, e outros calados, apenas apreciando aquele momento de música na praia.
A cada onda que chegava, é como se trouxesse uma solução para os problemas da vida, é incrível a sensação de reparar à imensidão do mar.
Eu já tava conformado que não ia pegar ninguém no dia, quando avistei duas meninas sentadas ali na areia, e o pior que eu não lembrava delas na praia.
Peguei o meu boné e fui sentar perto delas, acabou que eu entrei com o meu silêncio na conversa delas também silenciosa, era como se eu estivesse pedindo pra ficar um pouco mais perto.
Logo me interessei pela morena, uma delas era loira, ela era tão linda, cabelo preto cumprido, morena, um pouco queimada de sol, e um sorriso tímido.
Pra quebrar um pouco a calmaria que reinava eu entrosei com a rodinha de violão que tava fazendo um som na praia, pedi para que eles tocassem uma música do Jack Johnson, e meu pedido foi atendido.
Deu certo, me envolvi no som dos caras, e criei coragem pra dar um oi, com um sorriso ainda mais tímido que o dela, eu sentei do ladinho dela, eu tava morrendo de vergonha, mas no fundo sabia, que pelo menos um oi eu ganharia.
Maria era o nome dela, Maria Clara, mas logo eu já tava a chamando de Clarinha, nossa conversa tava tímida, mas tava agradável, cada palavra dela, era um sorriso meu, logo eu que sou tão apressado me deliciava com cada frase que ela soltava.
A amiga dela resolveu levantar e sair dali, com a desculpa que ia comprar algo, Clarinha nem perguntou onde ela iria, acho que ela também queria ficar a sós comigo.
Criei coragem, levantei e segurei na mão de Clarinha ela sorriu e também se levantou, começamos a caminhar na areia já não tinha quase mais ninguém,  pra deixar tudo mais bonito, o Sol começou a se pôr lentamente, criando um efeito incrível, eu parei e perguntei pra Clarinha se ela queria aproveitar o momento ou deixar mais um dia passar...


CONTINUA